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Etapa2 Zinara

Page history last edited by selva moraes 5 mos ago

 

 

Olá pessoas!

Estou começando aqui... esperando por vocês!!

 

Entrei no fórum da Camila e encontrei uma colocação da professora Iris que "desceu redondinho"!

Havíamos discutido sobre conhecimento prévio e me parecia que faltava algo! Descobri o que era:

 

"Nesta situação cabe pensarmos em conhecimento prévio ancorado no senso comum e em conhecimento prévio ancorado no que a ciência já construiu..."

Então o conhecimento prévio pode nascer do senso comum ou ser cientificamente comprovado!

Volto em breve!

Zinara

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     Oi gurias, apesar de ter a pouco enviado a minha proposta de divisão de pescagem, e, mesmo não sabendo a opinião do grupo, tomei a liberdade de dar uma "pescadinha" no fórum da Maria Gabriela. Me chamou a tenção a colocação da colega Marivani, "...capacidade das crianças e também dos adultos organizar  o mundo que está a sua volta, baseados no contexto em que vivem ,nas suas experiências, no que vêem, observam, no seu dia a dia. Estas vivências resultam em idéias e concepções que fornecem explicações para uma sucessão de fatos e acontecimentos. Este conhecimento  é chamado de "informal" ou "senso comum", crença, pré-conceito ou concepção ingênua."

     Esta colocação me chamou atenção pelo seguinte motivo, assim como as crianças organizam seu mundo tendo como referencial o contexto em que vivem, elas também "desorganizam" o seu mundo caso seu referencial tenha essa característica,para ela essa forma de ser ou agir, é uma concepção ingênua, pois é uma hipótese construída sobre algo baseado na sua vivência.

  Nós educadores convivemos diariamente com alunos que refletem em seus atos e atitudes o que vivenciam em suas casas, alguns chegam a ser alunos problemáticos, pois são frutos de uma família desestruturada.

Abraços!

Sueli


Sueli, querida, entendo perfeitamente o que queres dizer, mas penso ser importante separarmos as coisas. Quando falamos em "organizar o mundo", estamos falando em  tentar encontrar explicações, estamos nos referindo ao mundo das idéias, dos pensamentos, da cognição. Se conversarmos com crianças que vivem em ambientes desestruturados, desorganizados, em lares desfeitos e que têm uma conduta que, do nosso ponto de vista,  é  desorganizadamesmo assim,  veremos que elas também construíram todo um "sistema" de idéias, de crenças (no sentido cognitivo e não religioso, ok?)  para organizar, justificar e explicar o que observam, vivenciam e, em alguma medida, replicam. Estas concepções sobre o funcionamento das relações sociais e familiares que elas trazem para a escola, geralmente, entram em choque com as concepções sobre as relações sociais e familiares que nós temos e também "resistem" à mudanças, se não conseguimos fazê-los refletir sobre elas, ajudá-los a compreender porque na escola temos regras diferentes e a reconstruir as regras de convivência, em outro patamar.

Sueli, não pude deixar de perceber  que na pescagem chamou tua atenção  um trecho que a Marivani transcreveu do artigo que lemos e discutimos no semestre passado e voltamos a sugerir agora. Abra@os, Iris

 

     Oi Iris, obrigada pelo retorno, realmente houve uma interpretação errônea do significado da expressão “organizar o mundo”.

     Quanto ao “sistema” de idéias e crenças, que alguns alunos constroem a partir de suas vivencias e trazem para sala de aula, isto é algo que nós, educadores, vivenciamos no nosso dia a dia e realmente, como você colocaste, em alguns casos surgem refutações, explicações e justificativas, por parte destes alunos.

     Então, cabe a nós, educadores, faze-los refletir sobre essas crenças e,  como você mencionaste “...ajudá-los a compreender porque na escola temos regras diferentes e a reconstruir as regras de convivência, em outro patamar.”

     Devemos ter consciência de que, a contribuição da educação escolar é de natureza complementar à familiar: não se excluem nem se dispensam mutuamente.

     Abraços!

     Sueli

 

 

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Gurias já tinha feito minha participação da "pescagem" desde o dia 20 de setembro, estava lá nos comentários da página anterior porque não consegui postar na página central, acho que devido ao problema de espaço quye nos fez estar em outro ambiente agora. Gostaria de que a minha sugestão fosse levada em consideração. Segue a mesma abaixo:

Gurias, postei minha sugestão acima, mas como não aparece (talvez porque tenha mais gente editando a página) resolvi colocar aqui, apenas para registrar um ponto que acredito ser muioto interessante para futuras discussões.

Fórum Visitado da Márcia Souza

"[...] Essa é e sempre foi minha maior preocupação frente ao PA.Não e nunca tive medo de desafios,mas o que me preocupa é as imposições dentro das nossas escolas.Podem me dizer que estou louca,que não é assim e uma porção de coisas.Mas minha realidade é essa e junto tem uma porção de colegas na mesma situação.Penso ainda mais não existem recursos,salas de informatica,muito menos outros.Pois eu se quero folhas e ou material diferenciado tenho que comprar.Disponho de giz e quadro e raramente matrizes e se o mimiografo está estragado vai no quadro mesmo.Ai eu te pergunto dá para ter qualidade em um PA assim?" Jurema-13-09.

"Ju querida, a gente, professora honesta e responsável, passa a vida preocupada em como fazer melhor para que os alunos aprendam. Sinceramente, tu achas que ter todos os recursos que apontas acima seria uma condição suficiente para termos um belo PA? Seria uma condição necessária e suficiente? Seria uma condição necessária mas não suficiente para que os PA fossem desenvolvidos pelos alunos?" Bea

O que acham???

Tati Roland

Bjocas a todas.

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Lendo as colocações postadas no fórum da Camila, encontrei vários relatos sobre teoria e prática, relacionados ao fazer pedagógico. Decidi "pescar" o relato da Aline, pois em sua análise das atividades propostas deixou claro sua reflexão sobre o assunto: perceber que nossas idéias pré concebidas podem influenciar na nossa prática e respectivamente na aprendizagem dos alunos. 

Olá pessoal!

Penso que esta atividade foi muito importante, pois todos nós demonstramos sair na frente com nossas próprias concepções, sem observar as evidencias. Isto como professor nos bloqueia, penso que precisamos valorizar o que aprendemos com nossa experiência e prática, mas nunca deixar de refletir que podemos estar sim, fazendo tudo errado e que precisamos mudar, olhar a nossa volta e perceber que a observação é a chave pra  fazermos nosso educando atingir o conhecimento.

Um abraço

Aline 

 

Pescadora Roseane


Olá, colegas!

Como só vale o novo e no nosso forum discutimos basicamente sobre conhecimento prévio e senso comum, resolvi pescar a fala da Luciene (no aquário da Marcia Souza) a respeito da aplicação de PAs no nosso estágio e a angústia de algumas colegas. Também é uma preocupação minha.

Gurias!

Indo de encontro à discussão iniciada pela Jurema e pela Bia sobre estar segura na "aplicação" de um PA, lembro um comentário da Íris quando nos orientava no primeiro PA ,que dizia mais ou menos assim:"...gurias,não esqueçam que estou aprendendo junto com vocês."E acredito que assim é que deva ser mesmo:aprendermos junto com nossos alunos.Claro que necessitamos  um preparo maior ,  pois dúvidas surgirão e precisamos respondê-las,mas o caminhar de um PA é uma caixa de surpresas.Ele não é uma obra fechada,vai se construindo à medida em que acontece.É preciso ousar , Jurema e isto custa caro!!!

Beijos !

Luciene

Abraços, Solange


Solange, querida, a pesca ajudou, piorou ou ficaste na mesma em relação a tua preocupação com o PA no estágio? :) Abra@os


Oi, professora Iris!

 Obviamente ainda estou ansiosa (preocupada), mas é sempre bom ler palavras de incentivo. Estamos todos aprendendo...

Abraços, Solange

 

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Oi todo mundo!

 

Fui no fórum da Carla Truda e capturei essa pérola da colega Barbara...

 

Acho que não tinha pensado isso antes!

 

"Realizamos e reproduzimos como mimeógrafos aquilo que a matriz quer sem pensarmos o real objetivo, E assim foi com a atividade de mobiliarmos uma casa com o valor de R$ 10.000,00. Ao analisar os grupos, muitos se preocuparam em quantidade e não qualidade. Será que isso é fruto de uma sociedade capitalista, onde ter é mais importante do que ser?"

 

Abraços

 

Zinara

 

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FUI NO FÓRUM DO MÁRIO AUGUSTO...

 

E PESQUEI ESTE PEIXÃO DA COLEGA ROSÁRIA...

 

O trabalho com PA é assim entendido como um processo complexo de idas e vindas

entre o que eu penso que sei; o que me falta saber; o quê e onde buscar; que

informações são importantes e o que elas me dizem: corroboram o que eu pensava

saber, contradizem o que eu sabia, apontam novos aspectos nos quais eu não havia

pensado, geram novas perguntas (Investigação científica).

 

TATIANA GOMES 27/09/09

 

Oi Tatiana e demais colegas, apesar de o prazo ter se esgotado, eu não poderia deixar de fazer uma colocação sobre esse “peixão”. Esta reflexão da Rosária sobre o PA é muito profunda, são muitos porquês, muitas dúvidas, descobertas que nos levam à novas dúvidas e dúvidas que levam a novas descobertas.  

     Por isso que, as certezas para as quais não se conhece os fundamentos que a sustentem são denominadas de provisórias. As dúvidas são sempre temporárias.

    Portanto,  fazer um projeto de aprendizagem significa desenvolver atividades de investigação sobre uma questão que nos “incomoda” desperta nossa atenção, excita nossa curiosidade.

    Abraços!

    Sueli

 

 

 


Fui no fórum da Joci e pesquei o seguinte peixão da colega Ilsa:

 

Conclui (me corrijam se estiver errada), que idéias prévias, concepções ingênuas e senso comum caminham lado a lado.

As crianças formulam conceitos a partir do que observam, do que ouvem falar pelos mais velhos, ou até de outras crianças, enfim de suas experiências cotidianas. A partir disto criam uma gama de conhecimentos (não científicos), chamados de senso comum,que para elas prevalecem como verdade,(crenças). Às vezes tentam explicar fenômenos da natureza de uma forma ingênua, como no caso do vídeo, onde uma criança ao tentar explicar o porquê de não vermos as estrelas durante o dia, na sua concepção ingênua ,diz que as nuvens não as deixam aparecer. Até que sua convicção (crença), não seja colocada a prova, ela seguirá com essa idéia prévia. Aí é que entra o papel da escola, colocar em dúvida esse conhecimento, oferecendo oportunidades para que sejam remodelados, reestruturados, enfim, para que consiga chegar ao conhecimento científico. Ilsa

 

Sandra Rocha

 

Oi Gente, o prazo terminou ontem. Mesmo assim, as ausentes ainda podem colocar seus peixinhos. Aqui o pessoal descobriu muita coisa interessante que enriqueceram o grupo. Valeu Pessoal!! Valeu Zinara pela mediação. Bea

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Fui no Fórum da Camila

 

 

 

Penso que aí está a chave de nossas questões: se desprender do velho, dando lugar ao novo. Como coloca a Vanessa, a perspectiva da Ana é possível, se nos propuser em modificar nossos paradigmas, como apresentou a discussão dos grupos que mobiliavam as casas. O que realmente é importante, mas que não satisfaça somente a minha vontade? Acredito que precisamos sempre estar reformulando estas questões. O que pensam sobre isso? 

 

Aí é que está o grande desafio desprender do velho e enfrentar o novo. Nós professores também rotulamos nossos alunos e fizemos pré conceitos.

Concordo com a colega quando diz que precisamos estar sempre formilando questões, mas não basta formulá-las, precisamos procurar respostas para as questões que surgirem, por isso a importancia de enfrentar o novo.

 

Roselana Rodrigues 

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Pescaria no fórum da Joci

 

 

Neste fórum encontrei colocações bem interessantes e dentre elas trouxe a da colega Ilsa :

 

"Sendo papel da escola aproximar os alunos do conhecimento cientificamente construído, é fundamental desequilibrar (no sentido piagetiano) estas idéias pré-concebidas, pois só assim o aluno começa a ter dúvidas sobre elas e estas dúvidas podem abrir espaço para a revisão, para a escuta real e para uma reconstrução."

 

 

A colega procura nas suas colocações aproximar os conceitos estudados à nossa prática diária e no nosso papel quanto professor na desacomodação de suas concepções ingênuas , conhecimentos prévios e de senso comum estimulando os alunos a construção significativa de um  conhecimento científico.

 

Selva

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Comments (5)

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roseanems@... said

at 8:43 pm on Sep 22, 2009

Olá colegas, já foi nos solicitado a atividade 6!Quando decidiremos onde cada uma de nós irá "pescar"? Eu nunca fui uma ótima pescadora, rsrsrsrs. Espero encontrar peixes grandes, rsrsrsrsrs!!!!!
Aguardo.
Roseane

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Zinara Mistrello said

at 9:35 am on Sep 23, 2009

Oi Roseane! Oi todo mundo!
Vamos nos dividir?
Abraços

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Solange said

at 7:32 pm on Sep 23, 2009

Oi, Zinara e colegas!
Acho que nós devemos nos dividir, mas quem faz a divisão? Somos nove e são 7 grupos. Eu acho que a Zinara pode nos dividir... Vamos lá pessoal!!!

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Sueli said

at 9:03 pm on Sep 23, 2009

Oi Solange e colegas, sobre a divisão da pescaria eu sugiro o seguinte, vamos fazer a divisão de acordo com a ordem dos nomes do nosso grupo relacionando com a ordem dos fórum, daí ficaria assim:

ROSEANE / Camila
ROSELANA / Carla Truda
SANDRA / Elise
SELVA / Joci
SOLANGE / Marcia Sousa
SUELI / Maria Gabriela
TATIANA/ Mario
TATIANI / Camila
ZINARA / Carla Tudra
O único problema seria que, a Tati e a Zinara repetiriam...será que deu para entender...bom foi uma sugestão para agilizarmos nossa pescaria.
Abraços!
Sueli

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Solange said

at 9:48 pm on Sep 23, 2009

Oi, Sueli e colegas!
Concordo que seja assim... Então mãos à "massa"!
Abraços

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