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Page history last edited by Ivana 2 years, 7 months ago

 

Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

Curso de Licenciatura em Pedagogia a Distância 

Interdisciplina  :    Seminário Integrador  VII

Professoras : Beatriz e Iris 

VII Semestre - Polo Alvorada

 

 

Nosso Forum 

 

 

 

 

Componentes: 

 

 

Glauber Henrique de Moraes

Iliana Regina  de Souza Petrecheli

Ilsa Berenice dos Santos Machado

Inês Cristina Tyska Nunes

Ivana Molina

Izolete Lazaroto

Jaqueline Abrantes Ferreira 

Joci Aparecida de Souza 

 

 

Atividade 5 

 

Nesse forum, estaremos discutindoas relações que foram percebidas entre as atividades 1 e 2 e os textos lidos,expondo nossas argumentações e reflexões,com a mediação da colega Joci,que se encarregará  de alimentar a discussão se assim for necessário. 

 


Oi ,pessoal !!!

     As duas atividades propostas (lixo e planta da casa) aguçam  nossa curiosidade. Nosso grupo optou pela proposta  do lixo e me senti como se estivesse no seriado CSI,uma agente da perícia, colocando em xeque  minhas concepções e crenças.

     Fiquei  tentando imaginar se as professoras  colocaram os objetos  aleatoriamente ou se  realmente pertenciam a determinada pessoa,cada objeto  me desequilibrava criando um  momento de reflexão atípico pois  muitas vezes o mesmo direcionava para vários caminhos.

     Pensava que os objetos poderiam ser uma pessoa sozinha e às vezes direcionavam para mais de uma, a faixa etária era uma e depois outra, o contraponto com os valores , idéias pré concebidas e as dúvidas geraram um espaço de revisão e reconstrução.

     De acordo com os textos lidos a construção de um Projeto de Aprendizagem se constitui  em uma questão norteadora que provoque a curiosidade,nestas  atividades propostas fomos muito bem provocados,utilizamos algumas certezas provisórias,tivemos muitas dúvidas temporárias e nos desequilibramos entre o que pensávamos que sabíamos e o que faltava saber buscando evidências que poderiam corroborar ou contradizer o que tínhamos como  saberes. 

Abração,

Jakinha


 

Lendo o relatório feito pelos grupos,e ao realizar nossa investigação para descobrir o provável dono do lixo, percebi uma relação entre ambas as atividades ou propostas, a relação se caracteriza, provavelmente pelas vivências e experiências dos componentes do grupo, onde, ao citar suposições, com relação ao mobiliário dos apartamentos e os prováveis donos do lixo, estes tiveram como base conhecimentos ou experiências próprias, e para reforçar suas suposições, nas duas propostas, os grupos usaram como base as evidências, no caso da proposta do lixo, foi usado o conteúdo do saco , no caso da mobília, este reforço veio através do apartamento em si, seu tamanho e as pessoas que morariam nele.

O recorte abaixo é  de um dos textos que no foi disponobilizados pelas professoras Bea e Iris, e no meu ponto de vista, este recorte reforça teoricamente o entendimento que tive a respeito do pensamento dos grupos.

Mesmo nós, adultos, tentamos organizar e estruturar o mundo que está à nossa volta e só podemos fazê-lo baseados no que temos à nossa disposição (saco de lixo, apartamento, quantia em dinheiro para mobília e a descrição de quem moraria ali)_. Nós não esperamos que alguém nos diga o que pensar, nós simplesmente tentamos e encontramos explicações que nos satisfazem até que os fatos as contradigam ou nossos estudos nos levem a revê-las. http://peadalvorada6.pbworks.com/f/conhecimentoprevio.pdf

  Izolete, 08/09/09


Qual o papel da escola na organização e compreensão do mundo pelos alunos?

Que competências precisam desenvolver para isso? É viável?

Um abraço

Bea


      É papel do professor entender como o aluno pensa,suas concepções e crenças,as idéias que combinam ou não com os conhecimentos. A partir daí proporcionar atividades que os aproximem do conhecimento científico,desequilibrando-os,colocando  dúvidas,criando espaços para uma nova revisão e construção de aprendizagem.

     Ainda  há  muita resistência em  trabalhar  de um modo colaborativo e interdisciplinar entre os docentes pois envolve a tolerância,flexibilidade,parceria,planejamento ,interesse ,conhecimento  de novas tecnologias e ambientes virtuais ou não , facilitadores e didáticamente interessantes para o educando.

Jakinha

 


"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".  
                                             Paulo Freire

 

Acredito que o papel da escola é  primeiramente conhecer seu aluno( quem é, o que gosta, dificuldades, anseios, ...) e a partir de suas experiências criar e oferecer situações onde ele  possa construir seu conhecimento, através da pesquisa, argumentação, experimento e debate.

Algumas competências que precisam ser desenvolvidas são com certeza:  a construção de argumentações, a solução de problemas e  a elaboração de propostas.  A escola pode realizar este trabalho, mas precisa se desprender de velhos conceitos e do medo do diferente, de mudar. Como disse Paulo freire: "Mudar é difícil mas é possível."

Abraços!!! Inês Cristina

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Gurias, vamos relacionar as atividades desenvolvidas com os textos sugeridos para leitura. O que é concepção ingênua? E senso comum?                                                                                        Abraços! Joci


Jaqueline querida, 

Em tua postagem colocaste: É papel do professor entender como o aluno pensa, suas concepções e crenças, as ideias que combinam ou não com o conhecimento. Poderias nos dizer o que isso significa?

Joci

 


Inês, querida colega!

 

Respondendo a questão lançada pela Bea, elencaste como competências a serem desenvolvidas pela escola a construção de argumentações, a solução de problemas e a elaboração de propostas. Poderias nos dar exemplos práticos de como isto poderia ser feito?

Joci


 

Para refletirmos um pouquinho...

Ouvimos e costumamos dizer que é preciso levar em conta a realidade do nosso aluno, seus saberes, conhecer suas concepções e crenças/conforme tua postagem Jaque/, fazemos isso realmente? Como são formulados nossos planejamentos?

Joci


 

     Refletindo sobre um dos textos que nos foi disponibilizado pelas professoras Íris e Beatriz, é preciso considerar o aluno como sujeito ativo da aprendizagem e diante disso, nós professores, a escola, devemos contemplar em nossa ação pedagógica, espaços e situações onde os alunos possam desenvolver e organizar formalmente seu pensamento, aprofundando e intensificando  suas investigações científicas. Dentro dessas situações e espaços, a ação do professor deverá ser de mediador, orientando e desafiando o aluno a elaborar seus questionamentos e buscar respostas às suas indagações, pois segundo o texto lido:

Desde pequenas, as crianças observam o mundo e formulam perguntas acerca dele, com a intenção de entendê-lo. Pela experiência e pela interação com os objetos, fatos e pessoas, elas vão produzindo respostas que, certas ou erradas, não são construídas ao acaso. A experiência pode não ser profunda ou suficientemente extensa, a potencialidade dos seus pensamentos pode ser insuficiente para formular o que nós chamamos de uma teoria científica, mas o processo pelo qual as crianças observam o entorno,formulam perguntas, buscam respostas e desenvolvem seus entendimentos e explicações para o que observam é muito semelhante ao processo de investigaçãocientífica.http://peadalvorada6.pbworks.com/f/Revisitando+os+Projetos+de+Aprendizagem%2C+em+tempos+de+web+2.0.pdf

 

Izolete, 10/09

 

 

 

"Sendo papel da escola aproximar os alunos do conhecimento cientificamente construído, é fundamental desequilibrar (no sentido piagetiano) estas idéias pré-concebidas, pois só assim o aluno começa a ter dúvidas sobre elas e estas dúvidas podem abrir espaço para a revisão, para a escuta real e para uma reconstrução."

 

A escola não deve dar respostas prontas para os alunos, mas sim oportunizar situações para que possam perguntar, levantar hipóteses e deduções a respeito de suas curiosidades. O aluno ao fazer a pergunta, já tem um conhecimento prévio sobre o assunto e isso servirá de base para o conhecimento cientificamente construído. É papel da escola estimular os alunos para o exercício da pesquisa, da exploração, numa aventura interessante, onde os mesmos se esforcem para ir além de respostas simples, que os façam sair do senso comum e rever suas idéias prévias, desequilibrando-as, e assim poderem compreender e construir conceitos.

Joci, entendo por senso comum, os saberes que aprendemos nas nossas experiências cotidianas,  é um saber informal, que aprendemos através de observações e  contato com os outros, podemos citar como exemplo de senso comum entre as pessoas, a crença de que certas combinações de frutas fazem mal, como a melancia e a uva, mas não sabemos cientificamente quais os principios ativos desta combinação,  e seguimos seguindo essas crenças. ( Sou de Caxias do Sul, e minha mãe não nos deixava fazer essa combinação, dizia que fazia mal, até hoje sigo os seus conselhos porque não tenho o conhecimento formal, científico, que desmonte essa crença ) Ilsa 10/09


Nossa colega Ilsa em sua postagem coloca  /O aluno ao fazer a pergunta, já tem um conhecimento prévio sobre o assunto e isso servirá de base para o conhecimento cientificamente construído./ Poderíamos substituir a parte grifada por concepção ingênua sem alterar o sentido da ideia?

E então, conhecimentos prévios, concepções ingênuas, certezas provisórias tem o mesmo significado?

Joci


Colegas concordam com a colocação da Ilsa sobre senso comum?

Joci


Ilsa, tomei a liberdade de grifar em tua postagem uma colocação que me parece bem interessante para discussão: crenças, como poderíamos relacioná-las com o assunto que estamos abordando?

Joci


 

Oi  Joci e colegas, concordo com as colocações da Ilsa sobre senso comum, pois senso comum é  o que aprendemos espontaneamente ao longo da vida e estes independem de treinamentos científicos, porém, não existe conhecimento científico sem base no senso comum, isso significa dizer que o senso comum serve de partida para um conhecimento científico. Izolete 11/09

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Oi Joci li o texto e o vídeo disponibilizado pela colega Zinara, e conclui (me corrijam se estiver errada), que idéias prévias, concepções ingênuas e senso comum caminham lado a lado.

As crianças formulam conceitos a partir do que observam, do que ouvem falar pelos mais velhos, ou até de outras crianças, enfim de suas experiências cotidianas. A partir disto criam uma gama de conhecimentos (não científicos), chamados de senso comum,que para elas prevalecem como verdade,(crenças). Às vezes tentam explicar fenômenos da natureza de uma forma ingênua, como no caso do vídeo, onde uma criança ao tentar explicar o porquê de não vermos as estrelas durante o dia, na sua concepção ingênua ,diz que as nuvens não as deixam aparecer. Até que sua convicção (crença), não seja colocada a prova, ela seguirá com essa idéia prévia. Aí é que entra o papel da escola, colocar em dúvida esse conhecimento, oferecendo oportunidades para que sejam remodelados, reestruturados, enfim, para que consiga chegar ao conhecimento científico. Ilsa

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Ilza!! Que maravilhaituações!! Estou mais feliz do que tu!!  Colocar as crenças à prova deve ser o constante na escola!!

Bea


 

Jaque, Izolete, Ilsa e Inês que maravilhosas colocações e interações estão sendo realizadas em nosso fórum.

Assim que nosso time estiver completo nossas trocas serão ainda mais produtivas.

Joci


 

Pois é colegas, diante do que já colocamos até aqui, todas nó concordamos  que nossos alunos,  ao iniciar a vida escolar, já trazem uma bagagem enorme de conhecimentos, são os conhecimentos não formais,  é nesse ponto que  se faz necessária a consciência do professor  em conceber este aluno como alguém que já tem uma trajetória de conhecimento,  ao conceber isso,  nós professores devemos agir como mediadores entre o conhecimento trazido pelo aluno e o conhecimento científico, e sendo este nosso papel , é importante que tenhamos diante do nosso aluno uma postura crítica, desafiadora e questionadora, a fim de que ele se sinta instigado a formalizar  o conhecimento  trazido de experiências vividas além da escola. (Izolete,12/09)


Olá colegas! Por tudo que já foi lido, dito e pelo vídeo que a colega trouxe como sugestão para maior esclarecimento e enriquecimento de nossa atividade, podemos afirmar que:

 

  • O aluno chega na escola com uma bagagem de conhecimentos;
  • O professor necessita proporcionar momentos para transformar esses conhecimentos prévios em científicos;
  • o professor precisa evitar em dar tudo pronto para o aluno;
  • Dar oportunidade para que eles possam refletir, analisar e pesquisar;

 Sabemos que com essas atitudes teremos alunos mais críticos, pesquisadores e  autônomos, porém nos deparamos com um grande problema dentro da escola. A maioria dos professores, não querem alunos questionadores, que não aceitam qualquer desculpa,  querendo saber o porquê de tudo, e fazendo comparações com outras turmas. Esse tipo de aluno está sempre atento e disposto a lutar por aquilo que acha que está correto. Geralmente uma turma com esse tipo de atitude é taxada como  muito difícil de trabalhar, pois  reclamam de tudo. Esse exemplo é da minha 4ª série. ( Iliana, 12/09).

 

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Quando vocês insistem que há professores que não aceitam essa forma de agir e pensar ,vocês estão fora desse grupo? O que vocês fazem para mudar essa situação?

Esse é um argumento para dizer que não é possível trabalhar assim nas escolas?

Bea


Oi Pessoal! Nosso fórum está ótimo! E nossa mediadora também, parabéns pela organização.

 

Joci respondendo tua pergunta (dando exemplos práticos das competências que citei ), percebo que já estão no fórum os exemplos práticos de como acontece, mas vou aqui abaixo alguns exemplos como fazer os alunos pensarem, construindo o conceito juntamente com eles, a partir daquilo que o aluno traz(conhecimento prévio) fazê-los repensarem, questionarem, isto é, o professor sendo o mediador do conhecimento prévio e o científico.  E como as professoras Íris e Bea falam no texto lido, "Só buscamos respostas quando temos uma pergunta, só procuramos alguma coisa quando sentimos necessidade e temos uma ideia acerca do que queremos",  temos que despertar a curiosidade e fazer o aluno buscar, indagar, perguntar, elaborar, transformar, construindo assim o seu conhecimento. E realmente copiando conceitos prontos o aluno não consegue construir e não aprende.

( Inês - 13/09) 

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Olá, Colegas! Gostei muito das reflexões trazidas e concordo com a Ilza, senso comum é o saber construído cheio de "crendices" e que partindo daí, ao nos “desacomodar” é que passamos a construir o nosso conhecimento e desta vez com embasamento, mas quero, nesse primeiro momento, me ater às colocações da Iliana e acrescentar o que eu penso sobre a reflexão que ela nos trás. Os alunos "desacomodados" incomodam muito e a maioria dos professores tenta “abafar” esse tipo de aluno, pois dá muito trabalho. O aluno que questiona, não aceita ser "enrolado" pelos "lecionadores" ou "dadores de aula".

É muito importante que possamos parar e refletir sobre estas questões, principalmente nas reuniões na escola.

Abraços, Ivana. 


De novo insisto: Não é ótimo que formemos alunos que desacomodem os professores? Em pouco tempo, o número de questionadores será tão grande que os acomodados vão ter que tomar jeito pois não mais conseguirão abafar  o grito não?

Iso é difícil? É impossível? Dá para pedir colaboração?

Um abraço

Bea


 

     Oi professora Bea, o que fizemos para mudar esta situação? Eu tenho sofrido na pele ultimamente por tentar propagar essas novas idéias, abro a boca e vou fazendo colocações e dando o recado nos espaços que posso,  como conversar informais com colegas, reuniões pedagógicas do grupo de professores, além de abrir a boca e dar o recado também coloco em prática as idéias na turma que atuo, na medida do possível, mas a coisa não é nada fácil, já me chamam de “bocão” dizem que quero mandar na escola pelo fato de às vezes eu quase perder a linha de ver tanta acomodação e mesmice no  meu  grupo de trabalho. Tanta falta de inovação, tem gente que parou no tempo e na escola só vê um culpado pelo fracasso do aluno, ele próprio. Leio os textos do pead, fico maravilhada com as descobertas, aí sofro mais ainda por saber e ver muitas coisas que não cabem mais num contexto atual de educação e continuam firmes e fortes no meu ambiente de trabalho, já cheguei a pensar que eu era mais feliz na escola antes da UFRGS entrar na minha vida, pois eu também pertencia ao grupo de acomodados,  hoje tenho certeza que não pertenço mais, mas não sei por quanto tempo, pois as forças contrárias  nos pisoteiam e muitas vezes pagamos caro por pensar diferente do que a maioria, por querermos e insistirmos em mudanças.Para concluir, posso afirmar que é possível  trabalhar assim na escola, mas para isso precisamos “matar um leão por dia” precisamos ser firmes em nossos propósitos.(Izolete, 14/09)


Querida colega Izolete!

Tua postagem reflete a minha realidade e acredito que a da Iliana, da Ilsa, Inês, Ivana, Izolete e Jaqueline.

Mas se pensarmos que apesar do pouco número  podemos, com nossos cutucões, provocar em nosssas

escolas algumas paradas para reflexões  e desta forma uma mudança de postura, nossas angústias não serão em vão. Como dizes "precisamos ser firmes em nossos propósitos". O importante é que estamos dando o pontapé inicial.  

Joci


Colegas!

A Iliana fez uma colocação muito pertinente que a Ivana reforça com muita propriedade e  acredito seja o que todas nós, participantes deste fórum, vivenciamos no dia-a-dia de nossas escolas: percebemos a dificuldade de alguns colegas de trabalho em lidar com o aluno crítico, questionador. Estes são vistos como indisciplinados, na maioria das vezes.

E a Bea nos dá uma instigada...

"Em pouco tempo, o número de questionadores será tão grande que os acomodados vão ter que tomar jeito pois não mais conseguirão abafar o grito não? Isto é difícil? É impossível? Dá para pedir colaboração?"

O que cabe a nós fazermos?

Joci


Olá colegas!

Lendo os relatos dá para perceber que a dificuldade não é só minha, mas que apesar das barreiras que enfrentamos no nosso dia-a-dia, não pensamos em nenhum momento desistir.  Acho difícil e me magoa muito  saber que esse aluno crítico e questionador a qualquer momento será mandado a cruzar os braços e fechar a boca para ouvir uma história na hora do conto.

Não estou dizendo que não é possível trabalhar assim, nem que deixarei de fazer o que acredito ser certo, mas não é fácil, pois sou a minoriia.

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Oi moças!! Concordo com as colocações acima, e sinto que na minha escola também existem os acomodados, esperando só a hora de aposentarem-se. Mas em meio a tantos, tem os que fazem a diferença, professores sempre buscando atualizações, e tentando levar aos alunos o prazer de aprender. Acho que falta é uma supervisão pedagógica, que realmente "cutuque" todo o corpo docente da escola, no sentido de levar aos professores reuniões para discussões e soluções efetivas. Também acredito que a escola deve ter uma unidade pedagógica, até hoje não sentamos para discutir o PPP, e o Regimento da Escola, que foi reformulado, mas sem a participação de todos os segmentos escolares. Como culpar somente os professores, se a escola como um todo está acomodada. Concordo com tudo o que a colega Izolete falou, se bem que onde trabalho, há muita gente incomodada com os rumos que a educação pública está tomando, e nos poucos espaços que temos para discussões, essas questões são levantadas. Ilza.

 


 

Olá, Pessoal!

Concordo com a Bea quando diz que: “Que tal desacomodarmos os acomodados, os ausentes, os que ainda não foram picados pelo mundo atual e estão mofando?

Já trabalhei numa escola onde os colegas também buscavam meios de melhorar a sua prática através de embasamento teórico e de muitas trocas, construímos uma escola que dava gosto de ver, porém quando assumi o setor pedagógico em outra escola, mesmo instigando os colegas a construir um novo PPP, um novo Regimento Escolar, pois estávamos implantando o Ensino Médio, não consegui arrancar dos colegas nada além de uma parca listagem de conteúdos mínimos nos planejamentos que solicitava nas reuniões. Levei muitos textos para prmover uma reflexão, mas podia perceber no debate que não havia vontade de mudar, e mesmo assim tentava “picar” os colegas.

Outra coisa que eu gostaria de salientar é que apesar de estar no fim de carreira, eu tenho consciência de que ainda tenho muito a aprender e sei que mesmo depois de me aposentar, não vou e nem quero conseguir parar, pois para mim o magistério é a minha vida e sei que ainda tenho muito a buscar e a contribuir. 

Abraços, Ivana. 


Ivana e todas as outras queridas, eta conversa boa a nossa!! Eu sempre acho que "não podemos nos entregar pro os homi ". Temos mesmo que matar um leão por dia. Mas, convenhamos, hoje eu me sinto matando esse leão com  mais facilidade, tendo mais ferramentas e recursosna minha luta!!

Gostei que vocês estão começando a refletir sobre as práticas, deixando de lado o discurso já manjado, apesar de correto.  E quem sabe os bocões não sejam bons como gestores? Talvez, a escola mais rapidamente tome outro rumo.

Ivana, sabe que há estudos que identificam que há escolas onde se corporiza uma forma de trabalhar e pensar inovadora sem mesmo a escola fazer força para isso? São escolas que criam um ambiente propício a aprendizagem. A tua devia ser uma dessas.

Um abração

Bea 


Dei uma lida geral nos comentários dos grupos e a seguinte frase da Camila me chamou a atenção:

Lendo as argumentações até agora apresentadas fiquei pensando em quanto nossas concepções prévias atrapalham nossa prática na sala de aula”. ( autora, Camila)

A frase da colega é uma constatação direta e clara de que  antes de questionar nosso aluno, desafiá-lo, instigá-lo, precisamos nos questionar e ter uma postura crítica diante das nossas crenças, concepções e valores, precisamos fazer uma análise para verificar se estes não estão com o “prazo de validade vencido”.(Izolete) 


 

Olá, Izolete! Adorei as tuas colocações e concordo contigo, às vezes não nos damos conta de que o prazo de validade pode estar mesmo vencido, mas o melhor disso tudo é que podemos fazer uma boa reflexão e mudarmos nossas crenças, concepções e valores. 

Abraços, Ivana.


Ivana, se tu já não leu, quando fores  ler os outros fóruns, irás perceber que a idéia que destaquei pode não ser algo muito diferente do que muitos colocaram, porém, a maneira como a frase foi colocada é que entendi ser diferente, pois nós professores temos, na maioria das vezes,  dificuldades de admitir que temos falhas, que erramos, que precisamos rever nossos conceitos, e a frase escrita pela Camila é direta e enfática:  “fiquei pensando em quanto nossas concepções prévias atrapalham nossa prática na sala de aula”  (autora, Camila)

(Izolete, 19/09)


Olá colegas! 

Analisando o rico debate observo as seguintes ações e vejo que ainda não foram citadas as colocações que gostaria de contribuir para o grupo: Segundo FREIRE:

 

     "A ação do homem só tem sentido se for compromissada com a realidade, uma vez que, diferente do animal, o ser humano é capaz de reflexão. O homem existe. Está inserido no mundo. Toma conhecimento deste mundo, sendo até capaz de modificá-lo. Esta ação modificadora, entretanto, torna-se impossível, se ele estiver imerso e acomodado a este mundo e for incapaz de distanciar-se dele para admirá-lo e perceber o seu conjunto. Daí, a necessidade que tem o homem de contínua coexistência do “viver a realidade” com o “distanciar-se dela para refleti-la”, a fim de que possa, realmente, assumir seu compromisso. Isto é consciência crítica. E é, a partir desta visão crítica de realidade, que o homem se torna capaz de modificar o mundo em que vive. Ao contrário, a consciência ingênua leva a uma visão distorcida  da realidade." FREIRE, Paulo. Educação e mudança. 6ª ed., Rio de Janeiro : Paz e Terra, 1983

 

     Nesse trecho do livro de Paulo Freire, podemos fazer uma reflexão sobre os nossos estudos. Direcionando para ações educativas no ambiente informatizado e na sala de aula.

     Nas aulas os alunos já possuem conhecimento prévios sobre os assuntos, o que poderá contribuir  nessa processo,  dismitificando o senso comum pelo saber científico. Nós professores temos que ter essa noção que podemos  auxiliar os alunos no processo de aprendizagem, principalmente por PA.

     A crítica e a reflexão fazerm parte do universo pedagógico, a reflexão sobre a prática, como estamos vendo em didática é fundamental para a inovação do trabalho pedagógico - ultrapassando a barreira dos acomodados.   Os alunos que evoluem da sua concepção ingênua para a concepção crítica obtem um maior sucesso em sala de aula, porque esses são instigados a buscar o conhecimento da forma que ele se estrutura - com pesquisa e quebra de pré-conceitos estabelecidos.

     Espero ter contribuido de alguma forma para o sucesso do grupo, já que em tempos anteriores realizava esses debates acadêmicos nas disciplinas de seminário de ensino de geografia, seminário de geografia e temáticas contemporâneas  e na  prática de ensino supervisionado em geografia. Como uma das catedras da pedagogia de Paulo Freire, vejo essas teorias como leituras obrigatórias para o sucesso do trabalho pedagógico em sala de aula.

 

GLAUBER HENRIQUE DE MORAES

19/09/2009


Pessoal, o fórum está mesmo muito interessante. Noto que a ênfase aqui é a discussão acerca do papel do professor como agente de mudança, ou não. Coloquei um texto no menu que aborda um pouco esta questão.

Li todas as contribuições e fiquei sem entender muito bem como vocês compreenderam as atividades propostas na presencial:  que semelhanças/diferenças identificaram entre elas e entre elas a proposta do trabalho com PA;  o que lhes ocorreu sobre esta proposta de trabalho para iniciarmos o semestre; o que pensaram sobre elas ou que razões imaginaram terem nos norteado para este caminho (????). Abra@os, Iris

 

PS:Glauber, qdo fores postar cuida para não escrever sobre material de colegas, como aconteceu com a contribuição da Izolete.  Precisei reincluir a participação mais recente dela.


 Glauber, que bom receber tua contribuição. Sinta-se à vontade para continuar 
participando.
Joci

Colegas, além de termos uma nova proposta do Seminário Integrador, atividade 6, a professora Íris nos trouxe uma ótima contribuição para a continuidade de nosso fórum. Realmente, nossas discussões tomaram outros rumos e deixamos de relacionar as atividades propostas na presencial com o PA.

Quem sabe antes de realizarmos a próxima tarefa nos detemos a esta analogia?

As semelhanças que encontro entre estas  duas atividades é que em ambas foram utilizados nossos conhecimentos prévios, nossas experiências de vida. A diferença que pude constatar entre as duas é que na primeira atividade, saco de lixo, tínhamos indícios, objetos, que poderiam nos auxiliar a construir argumentos e assim comprovar nossas certezas provisórias. Na segunda atividade, tínhamos somente algumas informações a respeito dos moradores e uma planta da moradia, nenhum indício que nos desse pistas sobre quem eram, seus gostos, personalidades, nada. Desta forma contamos somente com nossas experiências de vida e especulações, achismos.

O que encontrei em comum com o trabalho com PA, é a curiosidade que ficou aguçada, a utilização de nossas concepções ingênuas e de nossos conhecimentos prévios, as dúvidas que cercaram cada argumento construído.

Colegas queridos, estarei no caminho certo?

Joci

 


 "...porém, um PA enquanto uma metodologia a ser utilizada no processo de aprendizagem, possui uma característica que vai além do material virtual a ser construído." (Vanessa, fórum da Márcia Souza)

Escolhi este fragmento da postagem da tutora Vanessa, porque sei das preocupações em torno do trabalho com Projetos de Aprendizagem com nossas turmas.

Acreditam que é um assunto válido para continuarmos nossas discussões?

Joci


 

Oi Joci, a culpa não foi do Glauber, eu que editei a página mesmo sabendo que o Glauber estava lá, aí deu confusão, eu já havia percebido que minha postagem tinha sumido, mas sabia também que não era culpa do Glauber e sim imprudência minha, ia escrevê-la novamente sem problemas, mas que bom que tu a recuperaste. Quando alguém está editando a página, se outra pessoa edita junto e salva, na hora parece que ficou tudo ok, mas depois a de quem se logou por último some, ai se não soubermos disso pensamos que o colega apagou nossa postagem, o que não é verdade, são questões técnicas que se não soubermos vira confusão. Quanto a questão de seguirmos o proposta inicial: “Nesses fóruns, estaremos discutindo as relações que foram percebidas entre as atividades 1 e 2 e os textos lidos”. Eu observei isso na minha primeira postagem desse fórum.(Izolete,20/09)

 

Izolete, houve uma pequena confusão... foi a profe Iris que fez o comentário sobre a postagem do Glauber!

Joci 


Joci, realmente escolhestes um fragmento bem preocupante. Acredito que será um assunto bem interessante para discutirmos principalmente sobre a característica de que se refere a Vanessa.

Iliana - 20/09 

 

 

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Oi Joci! Quanto a questão da professora Íris, concordo com o que tu escreveste e acrescentaria mais a  pesquisa e a tranformação dos conhecimentos prévios em científicos. Onde tinhamos que pesquisar para confirmar se realmente aquilo era o que pensavámos realmente. Abraços!!! Inês

 

Oi Inês, bem lembrada tua complementação! Grata pelo retorno!

Joci

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"Pesquei" este comentário da colega Cristina do fórum da Carla Truda:

"O PA foi algo totalmente inovador, pois nos possibilita confrontarmos nossos alunos com situações nas quais eles precisam desenvolver conceitos, ferramentas, métodos, eles tem uma razão para aprender.

Como nos diz Piaget..."O conhecimento é uma adaptação a situações nas quais é necessário fazer algo."

A medida que desenvolvemos o PA surge a necessidade de encontrar novas soluções para problemas velhos, isto é repensar, pensar diferente ou ampliar o pensamento já existente. A identificação de um questionamento é o primeiro passo, daí surgem os conhecimentos prévios, que seriam as nossas certezas e dúvidas provisórias. Seguindo estes passos, passamos á pesquisa, a construção, ou a comprovação do nosso conhecimento".

 

Achei muito interessante e como a Joci também "pescou" um comentário sobre o PA conclui que o assunto é ótimo para debatermos mais um pouco. Abraços!!! Inês

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Oi Joci, o fragmento que citaste é com certeza um ponto importante a ser discutido e tua justificativa fica dentro do recorte da fala da Camila: “fiquei pensando em quanto nossas concepções prévias atrapalham nossa prática na sala de aula”  (autora, Camila)

Por isso, precisamos usar nosso o conhecimento prévio, no trabalho com PAs que faremos com nossos alunos, não para nos atrapalhar, mas para embasar um conhecimento mais aprofundado, um conhecimento científico,  tanto nosso como dos nossos alunos. Quanto as angústias, medos e inseguranças que muitas de nós estamos sentido agora pelo fato de ter que desenvolver este trabalho no estágio, pode ser considerado algo normal, pois normalmente ficamos inseguros diante do que é novo e isso não é só com relação as nossas práticas pedagógicas, isso ocorre com qualquer ser humano, em qualquer setor da vida pessoal ou profissional. (Izolete)


Olá,pessoal,voltei para primeiro  responder  a questão  levantada pela Joci:

 

Jaqueline querida, 

 

Em tua postagem colocaste: É papel do professor entender como o aluno pensa, suas concepções e crenças, as ideias que combinam ou não com o conhecimento. Poderias nos dizer o que isso significa?

Joci

 

 

 

    Nosso aluno tem suas concepções sobre  o que queremos "ensinar" a ele ,de acordo com sua vivência, precisamos saber o que ele pensa  sobre determinado assunto para desequilibrá-lo,desencadeando uma nova aprendizagem através da experimentação.

    As duas propostas  do PA fazem com que utilizemos nossos conhecimentos  ou experiências anteriores para a

resolução da atividade,temos as evidências e formulamos hipóteses de acordo com as idéias pré concebidas e fomos desequilibrados  à medida que surgiam novas evidências que não combinavam com o nosso pensar.

   Cada componente do nosso grupo  tinha uma idéia  sobre as evidências (lixo) que  nos levavam a crer em uma coisa e outra para formular as hipóteses.

   Em uma turma de quarta série estava desenvolvendo um projeto sobe drogas e  DST, pensando que detinha todo o saber e passando de modo muito acanhado e cuidadoso as informações,tive uma  grande surpresa e decepção de meu trabalho.

   Os grupos  de DST ficaram muito mais à vontade para transmitir seus conhecimentos  aos colegas  que eu,trouxeram camisinha feminina e masculina,anti concepcionais e até uma grande banana para demonstração do uso  da camisinha.  Trabalhando como segurança nas danceterias da cidade,encontrei muitos dos meus alunos fumando (cigarro  e outros),bebendo ou  envolvidos com indivíduos de índole  duvidosa.

   Parei e pensei: que professora  eu sou que nem sei pra quem estou ensinando e o que estou ensinando?

   Pensando no aluno,de acordo  com esta experiência  pessoal,  foi possível uma mudança de conduta onde procuro saber quais idéias combinam ou não com o conhecimento do educando.

Jakinha

 

Oi Jaqueline!

Perdoa minha insistência, quando colocas "quais ideias combinam com o conhecimento do educando", te referes a que ideias, as tuas em relação ao que acreditas que teus alunos tem interesse ou conhecimento?

Joci


Quando vocês insistem que há professores que não aceitam essa forma de agir e pensar ,vocês estão fora desse grupo? O que vocês fazem para mudar essa situação?

Esse é um argumento para dizer que não é possível trabalhar assim nas escolas?

Bea

 

     Achei importante responder esta questão  por ser  para mim muito inquietante,eu já estive  dentro desse grupo , várias vezes fui questionada e briguei muito por pensar que estava correta. Era o início da minha carreira  sofrendo ainda  na carne a influência de uma educação extremamente tradicional e que confesso ainda ter  vestígios. 

    É muito difícil para um professor assumir  seu lado tradicional, pensamos que mudamos e somos mais liberais  mas na maioria das vezes a teoria fica  longe da prática,pois o papel aceita tudo.

    Há sim uma grande vontade de mudança e muito já se progrediu mas não ao ponto de dizer que  fazemos tal e qual falamos,ainda encontramos muita resistência em colegas ,direção e em nós mesmos devido a vários fatores tais como : a falta de tempo para  programar as atividades, incentivo da direção, parceria dos colegas na interdisciplinaridade, ambiente, flexibilidade, compreensão dos pais  sobre a nossa proposta, remuneração, carga horária,etc.

   É possível trabalhar nesses novos moldes mas requer um ajuste e uma parceria muito grande. No ano de 2007 tinha regência de quarta série com mais duas colegas de classe paralela,tivemos que ocupar as dependências da Escola Florestan Fernandes  onde hoje é nosso pólo pois as nossas salas foram demolidas para construção de um novo  pavimento.

    Foi um ano maravilhoso em termos de cumplicidade e desenvolvimento das construções das novas aprendizagens, fazíamos atividades em conjunto promovendo a interdisciplinaridade e belas culminâncias pensando e  refletindo a cada passo da aplicação e avaliação.

Isto fizemos e gostamos muito porém o tempo que tínhamos para a pesquisa de materiais e planejamento era o mesmo  de aula,as reuniões  eram e continuam  mais  burocráticas que pedagógicas,vivíamos pelos corredores pra lá e pra cá com livros  e materiais  montando os projetos,buscamos observar  e conhecer nossos  alunos para interagir com eles da melhor forma possível.

    Mas que tipo de proposta pedagógica aplicamos então?  Fomos  Piagetianos, seguimos Arroyo,Comênio,Kant,Adorno,Durkeim ? Fomos influenciadas pelo Taylorismo ou Fordismo? Construtivistas ou tradicionais?

  Ainda precisamos fazer muitas combinações e ajustes,chegamos até aqui que pra nós  era um sonho distante,então como diz Cora Coralina :" o que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada.Caminhando e semeando,no fim teremos o que colher".

Seguimos caminhando...

Jakinha 

 

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Oi meninas!!! Pesquei a seguinte colocação no fórum da Zinara:

É essa diversidade de olhares e essa construção à partir daquilo “que eu sei” (ou penso que sei), que vai dar a dinâmica do PA. As idéias podem/devem ser sempre revistas e alteradas, apontando novas possibilidades de conhecimento. Zinara

 

Relacionando a fala da colega, com as atividades dos grupos, vi que tanto os grupos do lixo, quanto o da mobilia, se basearam em idéias, hipóteses. Depois das leituras dos textos vislumbramos muitas possibilidades diferentes, tanto para mobiliar a casa, quanto ao perfil dos donos do lixo. Através de uma pesquisa mais minunciosa, pudemos revisar e alterar nossos pré-conceitos.

Essa atividade disparadora comprovou que realmente os PAs fazem a diferença no ensino-aprendizagem, pois proporciona aos alunos o exercício de pesquisa, comparando o que sei, ( diversos pontos de vista), revisando e alterando, até chegar no conhecimento científico, e o que é mais importante, construido pelo próprio aluno. Ilsa Berenice

 


Olá, Colegas! Pesquei no fórum da Maria Gabriela: 

 

 

..."O texto que lemos nos fala da capacidade das crianças e também dos adultos organizar  o mundo que está a sua volta, baseados no contexto em que vivem ,nas suas experiências, no que vêem, observam, no seu dia a dia. Estas vivências resultam em idéias e concepções que fornecem explicações para uma sucessão de fatos e acontecimentos. Este conhecimento  é chamado de "informal" ou "senso comum", crença, pré-conceito ou concepção ingênua. Também vimos que as crianças são as que mais observam o mundo e que chegam mais próximo da investigação científica porque desenvolvem suas idéias buscando mais evidências e menos preconceito." Marivani.

 

Achei muito interessante suas colocações sobre as crianças e concordo com ela. Muitas vezes nos prendemos às nossas concepções e nos fixamos na nossa forma de ver o mundo e não nos permitimos outro olhar, mas essas reflexões a que estamos sendo instigados a incorporarmos as nossas rotinas estão nos fazendo rever algumas dessas concepções e a mudar a forma de "ver" e até mesmo uma maneira de usarmos mais da empatia, que muitas vezes nos auxilia a sermos mais humanos.

Gostei de pensar sobre isso e resolvi trazer de uma nova forma esse velho assunto que precisa ser debatido para que aprendamos a nos colocar no lugar dos alunos, principalmente quando trabalhamos com crianças que já estão na escola a mais de cinco anos e só têm dois anos de aprovação.

Abraços, Ivana.


 

 

Comments (11)

Joci said

at 7:08 pm on Sep 8, 2009

Queridos colegas!
Este é um espaço onde "todos nós" estaremos aprendendo. Tenho certeza que nosso fórum será extremamente proveitoso!
Abraços!

Joci said

at 7:12 pm on Sep 10, 2009

Ilsa querida, tentamos editar a pg ao mesmo tempo. Volto mais tarde.

Daiane Grassi said

at 8:55 pm on Sep 10, 2009

Olá gente, assisti ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=2sqsXESSIRQ e lembrei desse trabalho. Fica a reflexão.
[]s - Daiane.

ilsa.berenice@... said

at 11:54 pm on Sep 10, 2009

Oi Joci!!! Estou tentando editar a página desde ontem, não conseguia, demorava muito prá carregar, parece que está congestionada..será que é porque está tendo muito acesso?

Beatriz Magdalena said

at 3:02 pm on Sep 11, 2009

Gente!! Que maravilha!!! A Joci está cutucando o grupo e todos estão a milhão. Viram o texto que a Zinara ofereceu? Está logo abaixo do video que está no Para Pensar do nosso wiki.
Um abração
Bea

Joci said

at 8:56 pm on Sep 11, 2009

Ilsa!
Percebi que estavas tentando editar a pg, acredito que tenhas tido dificuldades porque tivemos a mesma ideia ao mesmo tempo.

Ivana said

at 12:14 am on Sep 14, 2009

Olá, Pessoal nosso fórum está uma beleza e a nossa mediadora então! Como é bom quando nos dão oportunidade. É melhor ainda quando fazemos as coisas de uma forma prazerosa e a Joci passa isso nos comentários que tece com muita propriedade. Estamos de parabéns! Abraços, Ivana.

Beatriz Magdalena said

at 2:55 pm on Sep 14, 2009

Ivana, concordo contigo em tudo!! Pena que alguns ainda não se deram conta. Que tal desacomodarmos os acomodados, os ausentes, os que ainda não foram picados pelo mundo atual e estão mofando? Vamos começar aqui no fórum?
Um abração
Bea

Joci said

at 10:57 pm on Sep 19, 2009

Oi colegas!
Que bom pertencer a um grupo tão disposto. Volto mais tarde, pois nosso colega Glauber está editando a pg agora.
Joci

Glauber Henrique de Moraes said

at 11:38 pm on Sep 19, 2009

Oi colegas... o nosso fórum está bem direcionado e as discussões realizadas foram bem fundamentadas teoricamente. Parabéns ao sucesso de todas as colegas que deixaram essa página rica de informações! BJS

Daniela Albrecht said

at 7:05 pm on Sep 23, 2009

Adorei as colocações deste fórum, e daqui farei as minhas pescas. Parabéns a todos pelas ótimas contribuições.
Colega Izolete, é muito triste quando tentamos algo novo e somos criticados. Mas concordo contigo que devemos tentar, mesmos nos pequenos espaços, acredito que assim conseguiremos contagiar a todos do nosso grupo de trabalho. Força e vamos em frente. Abraços, Daniela.

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