GRUPO XIX
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Iliana
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Marion
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Antonio João Martins
Elementos constitutivos de um trabalho diferenciado.
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Interação
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Investigação
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Registros
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Autoria
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Mediação
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Cooperação
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Levantamento do Conhecimento Prévio
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Flexibilidade
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Questionamento
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Tecnologia

Questões orientadoras para a construção da arquitetura pedagógica.
- O que estamos propondo é uma arquitetura pedagógica? Por quê?
- Que concepção pedagógica fundamenta a proposta desta arquitetura?
- Quais são nossas intenções ao fazer esta proposição?
- A proposta é inovadora? Se eu não estivesse fazendo este curso, teria condições de propô-la?
- Quais são os elementos constitutivos privilegiados na proposta? Por que essa escolha? Eles são identificáveis ao longo do desenvolvimento da arquitetura? Como poderão ser avaliados?
- Que tipo de ferramentas e materiais de aprendizagem vão ser utilizados?
- Qual é o papel do professor e dos alunos?
- Que estratégias estão envolvidas na arquitetura pedagógica proposta?
- Que competências e conceitos (conteúdos interdisciplinar) pretendo desenvolver com esta arquitetura? Como serão avaliados?
- Que produtos pretendemos alcançar?
Nosso grupo elegeu estes itens como indispensáveis para que nosso planejamento aconteça.
- O Levantamento do conhecimento prévio;
- O registro;
- A cooperação;
- A Investigação;
- A flexibilidade;
- A Mediação e:
- Autoria.
Série: 4ª série (5º ano do ensino fundamental séries iniciais)
Arquitetura Pedagógica:
"Mudanças climáticas no Planeta na visão do aluno".
Justificativa:
O planeta está passando por mudanças climáticas muito intensas. Nossos alunos observaram que nestes últimos anos, a Terra tem sofrido diversos efeitos climáticos devido a abertura da camada de Ozônio e essas mudanças têm alterado o clima no planeta e ocasionado mudanças tais como: O degelo no Ártico, enchentes e seca, o Tsunami ( na Ásia) e ciclones aqui no RS. Muitas pessoas já foram vítimas de catástrofes como enchentes, tornados, ou seja, fenômenos naturais associados ao clima.
Objetivos:
Temos como objetivo, com nossa "Arquitetura Pedagógica", auxiliar nossos alunos a:
- Investigar as causas que ocasionam os prejuízos do meio ambiente;
- Conscientizar-se da importância de mudar suas atitudes para contribuir na preservação da camada de ozônio, evitando que produtos como gases, a poluição, queimadas e outros prejudiquem o meio ambiente;
- Observar e investigar possibilidades que auxiliem essas mudanças de atitudes em relação ao meio ambiente;
- Trabalhar de forma cooperativa e autônoma, em busca de soluções que melhorem as condições do meio ambiente;
- Expressar suas idéias e sentimentos, com relação aos cuidados que devemos ter em relação ao meio ambiente;
- Buscar em suas descobertas vínculos afetivos de amor e cuidados com meio ambiente, reconhecendo a importância de não queimar o lixo caseiro, organizar, classificar e reciclar o lixo , evitando assim, que ocorram prejuízos a natureza e ao homem.
Recursos:
- Mapas digitais;
- fotos de satélites;
- quadro;
- giz;
- livros;
- jornais;
- revistas;
- TV e vídeo;
- computadores;
- atlas geográfico;
- caixa de som;
- microfone;
Metodologia:
O nosso Projeto de Arquitetura Pedagógica, baseia-se em conscientizar o nosso aluno para os problemas do meio ambiente, causados pela falta de cuidados que as pessoas têm com o seu lixo doméstico. É fundamentado na teoria do construtivismo, que é construir com o aluno suas aprendizagens, onde este irá em busca de alternativas de observação X reflexão X ação para a resolução de problemas. Essa arquitetutura busca traduzir situações de aprendizagens concebidas para a mediação de problemas, onde sintetiza principalmente, mas não exclusivamente, as ideias de Paulo Freire e Jean Piaget, objetivando assim, que os alunos busquem soluções reias, para transformar as informações em conhecimentos, que eduque-se para a autoria, a expressão, interlocução, investigação, autonomia e cooperação.
" Não é só no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão". Freire, Paulo (coletaneas do pensador-Google).
Embasamento teórico:
Estamos passando por momentos em que se ouve muito notícias e informações a respeito do aquecimento global e das mudanças climáticas, através de revistas, jornais, TV, rádio, internet. Nunca se ouviu falar tanto em meio ambiente. A proposta é fazer com que os alunos compreendam a questão das mudanças climáticas e as consequências do aquecimento global através de reflexões, procurando conhecer com mais profundidade o problema, suas causas e consequências. Construir materiais e informações para que mais pessoas possam também compreendê-lo e ajudar.
Desenvolvimento do trabalho:
@ Dividiremos as atividades em seis etapas ( momentos):
1ª Etapa: Visitaremos a cidade observando os cuidados com a limpeza dos diversos ambientes, casas residenciais, praças, lagoas do município, ruas e outros lugares da cidade.
* Registro com máquina fotográfica. Na escola, através de um diálogo sobre o que eles observaram no passeio, relato da observação.
* Confecção de um painel das fotos do passeio.
Então questionarmos:
* O que vocês observaram em nossa cidade, em nossas ruas e em outros ambientes?
* Como podemos diminuir a possibilidade de nossa cidade ficar alagada com chuvinhas quaisquer?
* Como evitar o lixo que é jogado nas ruas e com isso obstruindo as bocas de lobo e o escoamento das águas pela rede de drenagem?
Porém, isso não evitará enchentes. Mas se contribuirmos plantando árvores, gerando menos lixo e não queimando estes resíduos, na esfera privada, mas podemos promover ações mais efetivas que alertem as pessoas para cuidarem de maneira certa nosso ambiente natural.
2ª Etapa: Organizar a montagem de painéis para demonstrar a influência do comportamento humano na natureza, buscando fazer os alunos entenderem o papel e as responsabilidades da sociedade nas mudanças ambientais. Além disso, objetiva-se desenvolver no aluno a noção de agente transformador do ambiente.
3ª Etapa: Visitar a ACATA ( Associação de Catadores de Alvorada/localizada no bairro Umbu) onde reciclam o lixo.
* Promover uma "Campanha de garrafas Pet" em conjunto com a Acata ( que se propõe em vir recolher as garrafas coletadas pela comunidade).
* Trabalhos manuais com o lixo coletado.
4ª Etapa : Montar uma exposição a partir de um trabalho de pesquisa para estudo dos principais tipos de combustíveis. O problema da poluíção do ar associado aos automóveis e demais veículos é bastante atual e está relacionado com o aquecimento global. Dessa maneira é importante que os alunos estudem os combustíveis e as formas de energia para associarem os conhecimentos a realidade em que vivem e, assim, refletirem a respeito das possíveis soluções. Criar também uma rádio escolar para divulgação do dados e realizar programações relacionadas ao tema meio ambiente, que funcionará na hora do recreio, com discussões e variedades, bem como tocar músicas relacionadas ao meio ambiente; concurso de música e redação sobre o meio ambiente.
5ª Etapa: Pesquisar em jornais, revistas e livros sobre os efeitos do desmatamento no aquecimento global e sobre as causas do desmatamento no Brasil.
6 ª Etapa : Atividade Final:
- Confecção de um texto coletivo e vídeo com todos os dados coletados e inserir no Portal da Educação página da escola,
- Concurso de música / Como premiação dos vencedores dos concursos sobre " Os cuidados com o Meio Ambiente", um passeio a uma "Fazendinha Ecológica".
Avaliação:
Os alunos serão avaliados ao longo de todas as etapas, observando cada item do planejamento, tais como:
A cooperação que consiste na:
- participação na coleta dos dados através das entrevistas, pesquisas na sala do Ambiente Informatizado, biblioteca da escola, elaboração do texto coletivo, na elaboração de atividades confeccionadas pelos grupos (vídeo e jornal);
- e a sua contribuição ao longo do processo investigativo como colaborador. ( autoria do texto coletivo).
-
elaboração da grade de programação da rádio;
Comments (34)
nanersp@... said
at 6:16 pm on Nov 2, 2009
Oi, Marion! Coloquei os elementos constitutivos aqui na página para facilitar a visualização.
Bjus,
Iliana.
Beatriz Magdalena said
at 1:00 pm on Nov 4, 2009
Gente, onde vocês andam? O que aconteceu com esse grupo? Vocês leral o texto? Leram o que deveriam fazer para hoje á noite?
Estou desapontada.
Um abração
Bea
marion said
at 2:03 pm on Nov 4, 2009
Oi Profª Bea.
Estamos planejando, e logo estará tudo certo,OK?
Marion
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 4:31 pm on Nov 6, 2009
Pessoal
Levei um susto ao ler a proposta e confesso que estou para lá de preocupada.
1- Desde quando dizer o que se gosta ou o que não se gosta é levantar o conhecimento prévio? Sugiro fortemente que leiam o texto novamente, pois ele é fundamental.
2- Por favor, não confundam levantamento com investigação.
3- Como a montagem de gráficos será desenvolvida como uma atividade cooperativa e autoral?
4- Qual o papel dos gráficos nesta proposta toda?
5- Onde está a flexibilidade??????
6- Vocês acreditam que as crianças, depois de levantarem as atividades que gostam e que não gostam, terão condições de sugerir mudanças para melhorar as atividades que não lhes agradam? Quem estudou didática, psicologia, teve contato com atividades diferenciadas, têm experiência em sala de aula, usa tecnologia? Vocês ou o grupo de alunos que precisa agora dizer como melhorar o que não gosta?
Por favor, leiam o roteiro ( http://atividadesdisparadoras.pbworks.com/Roteiro-arquitetura ) e os textos.
Volto em breve
nanersp@... said
at 5:13 pm on Nov 8, 2009
Olá amigos!
Estava eu aqui encucada com o Seminário Integrador, quando me veio uma ideia. Vou tentar passar para vocês analisarem.
Pensei em usar um acontecimento que está sendo aniversário da escola. E para podermos desenvolver algo um pouco diferenciado, levaríamos para a sala de aula uma foto do cel.João Carlos de Vilagran Cabrita. Sem nenhum dado de identificação. Eles deverão identificá-lo. Mostraríamos a foto e dexaríamos que relatassem, o que viesse em sua imaginação. Poderíamos apenas induzi-los com perguntas do tipo: É uma pessoa jovem? Que idade vocês imaginam que ele deva ter? Em que ano esta foto deva ter sido tirada? Qual o motivo de estar mostrando para vocês? Será que é meu parente? Deva ser uma pessoa importante?
Enfim...temos que intigá-los até algum aluno acertar o nome.
Quando isso acontecer vem a segunda parte, do porquê estarmos trazendo aquela foto, para eles conhecer? Qual a importancia daquela pessoa para a escola? Qual seria o seu nome completo?
Terceira parte: Deverão chegar a conclusão que estamos trazendo essa foto, por estar se aproximando o aniversário da escola.
Poderemos chamar de "Documentário do Patrono da Escola". Na sala do AI (Ambiênte Informatizado), eles desenvolverão todo um trabalho de investigação sobre dados importantes referentes ao patrono.
O colega Antonio, poderá também desenvolver essa atividade com sua turma, onde ficará diversificada devido ser educação artística, mas nada o impedirá de realizá-la.
O que acham?
Teremos que mudar alguns elementos constitutivos.
Um abraço, Ilian@
marion said
at 9:33 pm on Nov 8, 2009
Oi Iliana.
Achei bem interessante essa tua idéia. Podemos discuti-la. Também pensei em algo realmente "arquitetonico" (construção do aluno).
Colegas, vou deletar o relato acima pois acredito (depois de ler e visualisar o trabalho sobre "Arquiteturas" na aula presencial) não ser com certeza, Arquitetura pedagógica.
Bjus Marion
Beatriz Magdalena said
at 3:14 pm on Nov 10, 2009
Oi Marion, tive que voltar para a pg anterior para ver porque a Iris tinha ficado tão preocupada, uma vez que eu via uma pg quase branca!!
Aqui que tipo de arquitetura a Iliana estaria propondo? Seria uma resolução de um problema que começaria com a foto acompanhadas de provocação? Até aqui acho interessante. Agora, vamos supor que eles não cheguem a descobrir que é o tal senhor? A chance é grande de que issoa conteça. Ai como vão achar a resposta? Vocês terão que dar pistas? Que tipo de pistas? Que teoria está embasando essa proposta? Que tecnologia vão utilizar e com que objetivos? Que estratégias vão utilizar para o desenvolvimento dos trabalhos? Como vão avaliar o trabalho dos alunos? Que competências eles terão envolvido no trabalho e, portanto, terão tornado as mesmas melhores? Que evidências nas estratégias identificarão os elementos contitutivos da proposta que vocês selecionaram? Por que os selecionaram? No que os alunos vão melhorar se trabalharem com esses elementos? Que produto é esperado?
Portanto, minhas queridas, há que pensar, discutir e combinar.
Boa trabalho
Bea
marion said
at 5:53 pm on Nov 10, 2009
Oi profª Bea.
Vamos pensar sobre as indagações acima proposta ao Grupo.
Marion.
marion said
at 5:57 pm on Nov 10, 2009
Oi pessoal.
Temos que criar uma página (diario) para fazermos nossas trocas.
Temos muitas questões em haver e o tempo é pouco.
Marion.
nanersp@... said
at 9:25 pm on Nov 10, 2009
Professora Beatriz, acredito que os alunos chegariam sim, no nome do senhor da foto, já que estão envolvidos com atividades sobre o aniversário da escola.
Pensei na possibilidade de aproveitar o que a escola já vem desenvolvendo, e com isso evitar sair do foco, trazendo outra proposta.
Quanto as tecnologias teremos que usar as que fazem parte da realidade da nossa escola. Para ter uma ideia, ainda hoje fazemos matrizes para rodarmos no mimeógrafo.
Iliana.
marion said
at 10:22 pm on Nov 11, 2009
Oi Iliana.
Deixei umrecado para ti no gmail.
enquanto digitas o trabalho vou pesquisando no Portal da Educação atividades que podemos utilizar para nossa pesquisa.
O Antônio tem algumas sugestões que podemos colocar em prática.
Podemos convidá-lo para tracarmos de ideias no Portal (Alvorada).
O que achas?
Bjus Marion
marion said
at 10:26 pm on Nov 11, 2009
Oi amiga e Antônio.
Estou com problemas de lentidão na internet .
Desculpem os erros, mas enquanto estou digitando ele atrasa a escrita embola toda.
Bjus Marion
nanersp@... said
at 11:13 pm on Nov 11, 2009
Olá Marion e Antônio!
O trabalho já está postado, agora só nos resta esperar os comentários.
Podemos sim, Marion.
Bjus,
Iliana.
nanersp@... said
at 10:29 pm on Nov 16, 2009
Marion, aplicaremos nosso plano mesmo sem ter sido comentado, como havíamos combinado.
Bjus,
Iliana.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 3:11 pm on Nov 18, 2009
Iliana, Marion e Antônio
Quando refizeram a proposta levaram em consideração os comentários feitos? Perguntaram a si mesmos por que esta proposta pode ser considerada uma arquitetura pedagógica, segundo o texto lido?
No que ela se diferencia de outros trabalhos, normalmente realizados com os alunos, a não ser, talvez, o uso de tecnologia? Isso é suficiente para que a proposta seja considerada inovadora? Que competências os alunos desenvolverão a partir do conhecimento do nome do patrono da escola, de sua biografia, do conhecimento da história da escola, uma vez que tudo já está dado por vocês? Houve uma preocupação em pensarem, por exemplo, nas atuais necessidades e/ou dificuldades pedagógicas dos alunos, para, partindo delas, pensarem em uma arquitetura que pudesse auxiliá-los a superarem a situação atual?
Sinceramente, tenho a impressão contrária. Fiquei com a impressão de que a pressão de terem de colocar a arquitetura em prática, levou-os a tentarem adequar a proposta ao que já estavam desenvolvendo com os alunos , atendendo a uma demanda que é mais da própria escola, do que de vocês ou dos alunos. Estou enganada?
Agora que não há mais a exigência de aplicarem a proposta, sugiro que tornem a pensar em uma arquitetura partindo do que gostariam que os alunos desenvolvessem e/ou aprofundassem; que competências gostariam de fortalecer e como isso poderia ser feito de modo inovador, mesmo que a tecnologia seja um tanto quanto limitada.
Entendam que nossa proposta têm a intenção de auxiliá-los a pensarem atividades interessantes para o estágio. Tentamos evitar que o impacto que tiveram agora, acontecesse no momento do estágio, sem tempo para uma reflexão, que os meses de dezembro, janeiro, fevereiro e março, podem proporcionar. Vamos lá?
marion said
at 6:28 pm on Nov 21, 2009
Oi Profª Íris.
Acredito que depois de tantos transtornos por razões inesperadas, como o retorno as escolas mas tardio e a urgência em cumprir o calendário escolar (desgastante), realmente nos tirou um pouco o foco e tempo (muito importantes) para uma reflexão e olhar atento a uma "Arquitetura Pedagógica" adequada as necessidades e dificuldades dos alunos.
Com certeza que depois de um bom descanso e a mente mais tranquila, pensarei com calma num "Arquitetura Pedagógica " bem mais adequada.
Bjus Marion
Daiane Grassi said
at 8:47 pm on Nov 23, 2009
Pessoal,
Sugiro que vocês copiem os "desafios/questionamentos" realizados pela Iris e pela Bea e os colem um abaixo do outro.
Leiam o texto de arquiteturas novamente e voltem aos questionamentos, refletindo e escrevendo sobre eles, ok?
É preciso organização, caso contrário, a "coisa" não anda.
Os questionamentos são "hiper" pertinentes, principalmente quando a Iris indaga a questão da inovação.
Abraço, Daiane.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 1:02 pm on Nov 25, 2009
Pessoal, volto aqui uma semana depois de ter postado alguns questionamentos e vejo que nada foi alterado, a não ser o relato do Antônio que não entendi como surgiu, foi planejado, o que pretende e porque está aqui, uma vez que a proposta da elaboração da arquitetura previa um trabalho conjunto do trio.
Não sei se lembram, mas quando trabalhamos com projetos de aprendizagem com vocês buscamos enfatizar que questões que, geralmente, resultavam em bons projetos eram aquelas que buscavam entender os "comos" e os "porquês" de determinadas situação ou eventos e que questões que versavam sobre "quem", "onde" e "quando", pouco rendiam porque eram ligadas à memorização e não a compreensão de algo.
Se analisarem a proposta de arquitetura, onde está a ênfase? Não parece a vocês que está nos "quem, quando, onde e quantos"? Além disso a proposta é "datada". Pensem comigo: até que as crianças pesquisem todos aqueles tópicos, o ano letivo encerrou. O que sobra? Poucas informações que podem fazer diferença na vida delas. Vocês não terão tempo de trabalharem aspectos que podem realmente acrescentar alguma coisa como, por exemplo, realizar com elas um trabalho que as ajude a compreender que existem diferentes possibilidades de representação e apresentação de informações - números, gráficos, fotos, linhas de tempo, desenho, escrita, etc. Isso sim, dentro da proposta feita, valeria a pena, não acham?
Continua...
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 2:15 pm on Nov 25, 2009
Antônio, por que entraste neste grupo e estás desenvolvendo algo completamente diferente? Entendo que não é fácil entrar em sintonia com outras pessoas para desenvolver um trabalho conjunto, mas este é um exercício que pode ajudá-los a enfrentar o estágio de modo mais tranquilo. Quem sabe ainda conseguem desenvolver uma arquitetura interessante, que pode ser posta em prática no estágio, se trabalharem juntos, esquecendo a grade programática que estão desenvolvendo na escola , agora.
Voltando aos teus alunos: O que eles estudaram para poder desenvolver este vídeo? O que aprenderam sobre “ questões ecológicas ou sociais”? Qual é a proposta deste vídeo? Onde está o registro e o planejamento do roteiro do vídeo? Como vais avaliar a aprendizagem dos alunos na direção da tua proposta pedagógica que visa um maior entendimento das questões ecológicas e sociais. A propósito, o que os alunos disseram que pretendiam "contar" com este vídeo? Qual é o enredo? Onde está a criatividade, se encontramos vídeos no youtube, no mínimo desde agosto deste ano, com o mesmo "enredo" e música?
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 2:15 pm on Nov 25, 2009
Pessoal, uma arquitetura pedagógica usa tecnologia, mas não se encerra nela. Assim, é necessário detalhar a metodologia e que conteúdos pretendem trabalhar, usando esta metodologia; o que esperam favorecer: que competências pretendem desenvolver e que conhecimentos esperam que os alunos consigam construir com a arquitetura proposta. Além disso, é interessante pensarem que teoria embasa a proposta. Resumindo: o roteiro pode ajudar vocês, desde que consigam pensar a arquitetura como ponto de partida para trabalhar algum conteúdo e não como um elemento que precisa entrar e se encaixar em uma corrida já em andamento.
Vocês devem pensar: que professora chata! Acreditem, dá muitíssimo mais trabalho ser "uma chata de galochas" que lê, questiona, incomoda, do que ser uma queridinha que acredita que vocês estão "dando o seu máximo". Eu me nego a acreditar nisso e por isso seguimos conversando. :)
PS: Na quinta série a ortografia precisa ser cuidada. Verifique a escrita nos créditos do vídeo.
antonio joao martins said
at 11:43 am on Nov 26, 2009
Okk. prof. obrigado pelas dicas.registrado.
marion said
at 2:16 pm on Nov 29, 2009
Olá Profª Íris, Tutora Daiane e Colegas.
Concordo com a preocupação de vocês "Íris e Daiane pela proposta de "Arquiteturas Pedagógicas" não ter sido entendida, mas garanto que não é esse o caso.
Digo isto para tranquilizá-las. Sabemos (Eu e a Iliana) que o projeto acima não é uma "Aruitetura Pedagógica" até então pelo estudo e reflexão feitas por mim no Blog explico m,eus entendimentos.
Como explicar então o trabalho acima?
No meu caso, falo por mim, mas acredito ser o mesmo pensamento da colega Iliana, no mês de setembro e novembro estamos com nosso planejamento escolar sobrecarregado de atividades envolvendo o aluno (feira do livro do município, da escola, aniversário da escola , avaliações e recuperações terapeutica). Sei que isso não justifica porque o planejamento deve ser flexìvel visando eventualidades. Realizamos perguntas densencadeadoras de aprendizagens mais nada veio a acrescentar de novo sobre aprendizagens. Talvez por estarem focados nos assuntos que durante o ano trabalhamos, então conversamos (eu, a Iliana e o Antônio) por email e resolvemos trabalhar em cima do tema da escola , já que poderiamos abrir um canal de comunicação através do Portal da Educação do Município. Acredito que trabalhar com Arquiteturas Pedagógicas é muito sério, exige comprometimento e tempo adequado para não prejudicar nenhuma das partes( aluno-aprendizaem) e professor( mediador).
Sou uma pessoa comprometida com meu trabalho e sei das minhas responsabilidades como aluna. E por acreditar numa educação inovadora, não achei um bom momento " muito pouco", para realizar uma arquitetura pedagógica aceitável.
Um abraço Marion
marion said
at 10:24 am on Dec 2, 2009
Professora Iris e Daiane.
Estamos eu e a Marion aqui na escola reunidas para remontar a nossa "arquitetura pedagógica" conforme as orientações sugeridas por vocês. Amanhã estaremos postando o trabalho.
Entraremos em contato com o Antônio para fazermos os devidos ajustes.
Iliana e Marion.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 2:34 pm on Dec 2, 2009
Ótimo, Iliana e Marion
Espero que o Antônio consiga participar.
Abra@os
nanersp@... said
at 2:43 pm on Dec 3, 2009
Antônio, fizemos modificações conforme o combinado.
Qualquer dúvida mande e-mail.
Marion e Iliana.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 12:49 am on Dec 4, 2009
Marion, Iliana e Antônio
Pensei que vocês estavam dispostos a pensarem em algo que pudesse ser posto em prática durante o estágio, depois de retirada a obrigatoriedade de aplicarem a arquitetura pedagógica, agora.
Vamos tentar pensar juntos, mais uma vez?
As atividades relativas à comemoração do aniversário da escola fazem parte do planejamento elaborado por vocês, professores. Assim, não podemos dizer que o tema gerador foi escolhido pelos alunos, concordam?
Assumindo que os alunos têm interesse em conhecer a história do fundador da escola, por que colocaram (Conhecimento Prévio) depois da frase que está no objetivo?
Volto a perguntar: o que entendem por conhecimento prévio? Leram o texto sugerido?
Quando dizemos ser importante considerar o conhecimento prévio dos alunos, não estamos falando de um conhecimento qualquer, que está na memória deles, como nomes, datas, lugares. Estamos falando que é necessário considerar as idéias que eles trazem para a sala de aula e que podem interferir na compreensão de determinados conceitos ou competências, que pretendemos trabalhar com eles. São as idéias que eles têm sobre os fenômenos físicos, sobre as relações sociais, seus pré-conceitos e preconceitos, suas expectativas.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 12:50 am on Dec 4, 2009
Continuam valendo as colocações que já fiz a vocês, mas outras chamaram minha atenção.
Vocês dizem, por exemplo, que uma das estratégias que vão usar é a montagem do gráfico. Este gráfico é uma
estratégia para chegar a quê ou onde? Mais adiante falam em mediação e elencam uma lista de perguntas a serem questionadas(?).
Lembram do método clínico, que estudaram na psicologia? Lembram que as perguntas sempre são formuladas a partir do que o sujeito traz, buscando compreender como ele pensa, como ele justifica o que pensa e o grau de certeza que ele tem acerca do que pensa? Mediar é parecido com isso. Implica em considerarmos o que o aluno traz ou sabe e o que pensamos que ele precisa saber ou onde gostaríamos que ele chegasse, em termos de conhecimento. A mediação implica em lançar questões e desafios na medida em que as situações se desenrolam, buscando abrir novas janelas, alternativas ou perspectivas.
Apresentar uma lista de perguntas para os alunos não é mediar.
Seguindo, vocês falam em competências e flexibilidade e apresentam uma lista onde consta que farão exercícios com histórias matemáticas e depois elencam mais quatro áreas de conhecimento. Onde estão as competências? Que competências pensam desenvolver. E a flexibilidade, onde está?
Vamos começar a pensar uma arquitetura partindo do que vocês acham importante melhorar na sala de aula de vocês?
Se vocês pudessem tornar uma situação de ensino-aprendizagem complicada em uma situação interessante, que situação seria essa?
O que vocês percebem ser o mais difícil para os alunos?
marion said
at 2:32 pm on Dec 7, 2009
Oi Profª Íris.
Faremos as mudanças necessárias.
Não desistimos, ok?
Marion e Iliana
antonio joao martins said
at 8:55 am on Dec 9, 2009
Oi grupo: Como combinado, podiamos desenvolver o projeto acrescentando, algumas atividades tais como: a construção de um jornal, uma patrulha ambiental mirim, até mesmo uma rádio para divulgação na hora do recreio. quem sabe? Antônio.
antonio joao martins said
at 8:57 am on Dec 9, 2009
Retirei o que havia postado. okk.não tinha nada a ver mesmo.
marion said
at 3:03 pm on Dec 9, 2009
Oi colega.
Conforme o combinado no gmail, estamos colocando no trabalho de Arquiteturas o que combinamos, certo.
Se quiseres inseri mais dados, fique a vontade.
Iris Elisabeth Tempel Costa said
at 9:53 am on Dec 11, 2009
Pessoal, escrevi em azul, no texto. Apaguem depois de ler, ok?
nanersp@... said
at 4:28 pm on Dec 11, 2009
Olá colegas! Parece que estamos começando a engrenar nossas ideias. Custamos, mas está valendo a pena.
Só falta mais um pouquinho.
Ok, profª Iris apagaremos
marion said
at 5:55 pm on Dec 11, 2009
Oi colegas!
Também fico feliz depois de muitas noites perdendo o sono.
Falando em sono, acordei com a rádio na mente (aquela que o Antonio sugeriu) e sabe o que encontrei?
Uma reportagem que já havia postado no meu Blog sobre tecnicas de planejamento e vejam o que encontrei...
Essa página - http://www.nossainfancia.com.br/revista.php?qual=20
É sobre uma rádio na Escola. Bem interessante.
Bjus
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